segunda-feira, 8 de abril de 2019

(UCP) Demain: sonho ou realidade?

abril 08, 2019 0 Comments

Resultado de imagem para futuro verde
O filme “Demain” retrata como um grupo de amigos ligados à indústria cinematográfica se reuniu na construção de um projeto com a finalidade de registrar histórias de pessoas que atuam em busca de avanços sociais, ambientais e econômicas para o mundo.  Cada grupo, com seus desejos, seus anseios de uma melhoria nas condições de vida e de forma positiva, o filme aborda ações proativas para o bem viver local. Dentro dessas ações, a obra apresenta uma horta urbana que transformou a paisagem abandonada de um bairro na cidade de Detroit, e que vem alimentando mais mil famílias. Com a horta, seus idealizadores possuem a ousada ambição de promover a cidade ao patamar da independência alimentar, onde as frutas e legumes sejam fruto majoritariamente da produção local.  Outras ações norteiam o decorrer do vídeo: Pessoas que dedicam suas vidas para o cultivo nos moldes do sistema agroflorestal, grupos que revitalizaram suas cidades com mais verde.
Seguindo a trilha da proposta do filme, pensando em ações propositivas e positivas na região do Sul da Bahia, a Rede Povos da Mata desempenha um papel basilar no cultivo orgânico por meio da Agroecologia, promovendo desenvolvimento com sustentabilidade. Além de oferecer melhores condições de vida para seus produtores, a rede oferece uma relação direta entre o consumidor e o produto, através dos chamados circuitos curtos de comercialização. Esse circuito, além de encurtar a distancia consumidor-produto, dá acesso ao percurso feito pelo produto. Outra ação de caráter econômico – solidário que tem ganhado destaque na região é a criação do SELS - Sistema Econômico Local de Serra Grande. Criado em 2017, o sistema atua de forma “eco solidária”, facilitando trocas de bens e serviços. O dinheiro social NIBS(NB$) vem melhorando a qualidade de vida e promovendo trocas que fortificam os princípios do sistema: “solidariedade e apoio mútuo, equilíbrio econômico e a busca por uma economia sustentável com o planeta, a comunidade”.  Tanto a Rede com o SELS, são projetos ainda muito jovens, mas ambas as propostas são bastante inovadoras em suas áreas de atuação. Cada uma com seus erros e acertos, partindo de sentimentos genuínos de mudança: seja no plantio, seja no prato dos consumidores ou na melhoria econômica da cidade. O que importa sempre é fazer com que aquele “primeiro esboço” saia do papel e se torne um projeto em execução, os enfrentamentos e as barreiras então, irão existir para que os projetos em prática se fortaleçam.  

domingo, 7 de abril de 2019

(MECS) Diário Sonoro - VOZES

abril 07, 2019 0 Comments
Pensar em criar um diário sonoro com as vozes das pessoas é um tanto quanto complicado. Ao construir meu diário, pensei em filtrar as vozes gravando mulheres que ao meu redor sonham, pensam e agem por um mundo melhor. Então, criei meu diário tentando ouvir, muito mais que somente a voz, mas também o que foi dito. Comecei os diálogos perguntando sobre comida e seus gostos. Afinal, falar sobre comida é ótimo!! Depois perguntei a elas: "O que você acredita que mudaria o mundo?". 

Segue abaixo, diário sonoro e respostas inspiradoras:

No primeiro áudio, consigo perceber uma voz um pouco metalizada, sua risada é aguda, mas a voz não tanto. Ela é mais veloz na sua fala.




No segundo áudio, a voz parece ter uma pegada mais infantil. Me remete à memória, a voz de uma criança. Suave e não tão aguda quanto a primeira voz.



Acredito que, dos três áudios, é a voz mais grave, com algumas leves pontuadas no agudo. Risada aguda. Em alguns momentos sua voz é veloz, em outros sua voz soa como mais contemplativa.


Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Daniel Puig

sábado, 16 de março de 2019

(PMCArtes) LOGOMARCA

março 16, 2019 0 Comments

Resultado final Logomarca
Discente: Márcia  Gabrielle Brito Mascarenhas
  Cliente:  Blog IPOLÍTICA



Interesses do Cliente: Nova marca exclusiva que foque nas iniciais do blog (I e P).

A proposta inicial foi desenhar a logomarca em torno da figura da ampulheta, sinalizando fluxo, movimento continuo, fazendo referencia a letra “I” da nomenclatura do blog.  Depois, foi sugerido a construção de uma imagem onde a letra “I” e a letra “P” fossem uma só. Para ideia de cores, foi pensado no branco (implicando em justiça e imparcialidade, neutralidade e independência) e vermelho (significando energia e ação).

Pensando na proporção áurea, a logo se encontra dentro da espiral, e a proposta da letra P também foi executada em cima do conceito da espiral.




Teste da logomarca

Construir uma logo foi um desafio pra mim. Aliar as propostas de construção com as sugestões da aula, pensando nos estudos das cores, do encaixe com a espiral e com uma proposta sólida para a marca foi uma provocação e tanto. Passei horas debruçada no Inkscape, um dos programas sugeridos para a construção da logo. Usei também outros programas mais simples que me ajudaram a chegar ao projeto final da marca. Foi um caminho e tanto, da construção até o produto final, foram aparecendo algumas ideias e outras, tive que ir me abstendo. No fim, eu realmente gostei do produto final, depois de tantos reinícios.




Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Joel Felipe


sexta-feira, 15 de março de 2019

(UCP) Cotidiano

março 15, 2019 0 Comments

"Todo dia eu só penso em poder parar, meio-dia eu só penso em dizer não. 
Depois penso na vida pra levar e me calo com a boca de feijão" Chico Buarque


Leitura crítica "A riqueza de poucos beneficia todos nós?" 

O texto leva o leitor a uma reflexão acerca das desigualdades existentes no mundo, destacando na escrita, a onda crescente desse processo ao longo dos anos. O autor sinaliza no texto que a condição econômica das pessoas, vista sobre um panorama geral, não tem se alterado, quando ele afirma, na seguinte citação: “pessoas que são ricas estão ficando mais ricas apenas porque já são ricas. Pessoas que são pobres estão ficando mais pobres apenas porque já são pobres.” Por esse prisma, com a crescente desigualdade, crescem também as “patologias sociais”, considerando que, em uma sociedade, todas as ações se conectam. Essas desigualdades vêm trazendo efeitos negativos no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida da população.
Resultado de imagem para cotidiano
Tomando como base um recorte na cidade de Itabuna, pode-se inferir que as projeções das desigualdades no mundo, são refletidas nas particularidades também. Uma reportagem de jornal, publicada no dia 18 de fevereiro no blog IPOLITICA, faz um recorte do trabalho desenvolvido por estudantes baianos acerca dos índices de pobreza na cidade, intitulado: “Medindo a pobreza multidimensional em Itabuna: uma análise espacial.”, que leva a seguinte reflexão: “Os cinco bairros mais ricos de Itabuna têm renda pessoal de 74,5% do total da cidade, segundo dados dos setores censitários do Censo de 2010. O levantamento mostra que os 35 bairros de menor renda de Itabuna juntos somam o mesmo percentual obtido pelos 5 bairros mais ricos. Dessa forma, pode se afirmar que apenas 5,35% da população se apropria de 37,4% da renda pessoal total da cidade.” Essa desigualdade abordada no texto de Bauman se reflete no cotidiano do povo da cidade de Itabuna, o que gera uma crescente onda de consequências ao estado de Bem estar do povo. Cria-se um ciclo, onde os jovens: cada vez mais jovens, precisam ingressar no ambiente de trabalho, ocasionando assim a mão de obra infantil, o que, em decorrência disso, acarreta a crescente evasão escolar, refletindo na falta de uma profissionalização decente e acarretando num processo de exploração do trabalhador ou na crescente do desemprego. Isso demonstra o quanto à questão da desigualdade econômica interfere na qualidade de vida e na desigualdade social, o que aponta para um desenvolvimento econômico pautado em subempregos, exploração e sem qualquer bem estar para a classe mais pobre. Para Milton Santos: “O homem deixa de ser o centro do mundo e dá lugar ao dinheiro”. Perde-se, nessa desigualdade econômica massiva, alguns aspectos da humanidade, nessa busca desenfreada pelo “ter”, o dinheiro deturpa conceitos como o de igualdade e solidariedade. O espaço social que se nasce vem determinando as oportunidades do homem. O futuro de uma pessoa já está determinado pelo status social de sua família. Foi constatado isso em 1979, por meio de um estudo na Universidade Carnegie, e é empiricamente comprovado hoje. A “falsa meritocracia” estabelecida pela sociedade, que grita que todos têm direitos iguais na disputa por ocupação de espaço, coloca nessa disputa, um jovem que estuda a noite, pois precisa trabalhar para prover a família, e um rapaz que tem acesso a uma escola de qualidade e que não precisa se preocupar com as contas para pagar. Como colocar esses dois jovens em disputas equiparadas?

Autoria: Márcia Gabrielle Brito Mascarenhas 
Professor: Gustavo Bicalho

Referência:
"Medindo a pobreza multidimensional em Itabuna" Ricardo Candêia, Eli Izidro e Ícaro Célio. Bahia anál. dados, n 2, vol 28. p196-223
"A riqueza de poucos beneficia todos nós?" - BAUMAN, Zygmunt. Cap.1 (pg. 15-28)






quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

(PMCArtes) Platão, cores e combinações

fevereiro 27, 2019 0 Comments

No QUARTO ENCONTRO, me veio à reflexão acerca
do quanto Platão foi essencial para a construção do conhecimento. Hoje um dos pensadores mais estudados no mundo, o homem era filósofo, matemático; esteve discípulo de Sócrates e pôde nos facilitar o acesso à seu mestre. 
Os poliedros de Platão são fruto de seu estudo sobre o universo. Esses poliedros se dispõem em cinco: Tetraedro, Hexaedro, Icosaedro, Octaedro e Dodecaedro.  
A aula foi voltada, inicialmente para um trabalho prático; com a construção, por meio de canudos, dos sólidos. Em grupo: Eu, Alex e Antônio, nos embrenhamos a desenvolver o hexaedro, que após uma pesquisa prévia,  descobri que Platão fez associação desse sólido com o elemento da terra, por ser um sólido com todas as faces quadradas e  garantir estabilidade. 
Concluídos os poliedros, embarcamos na jornada para o processo de construção da nossa logomarca, focando no estudo das cores: o poder que as cores tem sobre nossos sentidos e como elas tem sido utilizadas pela industria para nos influenciar, as relações das cores com os sentimentos transmitidos e como usar as cores para favorecer nossas logomarcas e chamar o público para o produto vendido. 
E lá vamos nós, tendo ciência da importância das cores, agora é continuar com a mão na massa para a construção da logomarca.




















Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Joel Felipe

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

(PMCArtes) Caminho de Ouro

fevereiro 20, 2019 2 Comments


Homem Vitruviano


No TERCEIRO ENCONTRO, começamos com a escolha individual de um objeto artístico. 5 minutos de pensamento e nenhum segundo a mais para mim. A unica obra que vinha a mente era "Uma didática da invenção" do Manoel de Barros. O "rio que fazia uma volta atrás de nossa casa" não saia da cabeça. Pra mim, a forma como Manoel brinca de desconstruir com as palavras é a coisa mais linda já inventada. 


Nossas medições com o número de ouro


Durante o encontro, medimos e fomos medidos. Cada registro realizado e a cada descoberta acerca da proporção áurea, do homem Vitruviano do da Vinci e do sistema de proporções do Modulor do Le Corbusier, pude perceber que o homem a arte e a natureza estão conectados de uma forma divina. Percebi que nossos corpos são perfeitos em suas imperfeições.

O 1,618 encontrado em nossas mensuras corporais, a existência desse número de ouro ditou a existência e a concepção das artes por muito tempo. Muito se produziu baseando-se nessa perspectiva da Proporção áurea e muito ainda há de se produzir, inclusive por nós que ficamos incumbidos de pensar, rabiscar e criar uma logomarca dentro dos padrões da proporção áurea. Será um grande desafio. Mas, como dizia o grande filósofo Sócrates: “Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”.



E nessas Trilhas acadêmicas, eu vou seguindo o caminho de ouro.

Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Joel Felipe


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

(MECS)Diário Sonoro - MOTORES

fevereiro 19, 2019 2 Comments


Ao propor essa reflexão acerca da pesquisa dos sons de motores que diariamente estamos em contato, pude perceber o quão rodeados estamos das mais diversas sonoridades motorizadas. O som dos motores já é parte de nosso contexto e vivência de mundo. E ao despertar no trabalho de escuta, pude perceber o quanto de ruído estamos expostos durante a nossa vida. Consegui perceber em meu entorno alguns sons, uns puderam ser captados pelo gravador, outros não. 

SOM DO VENTILADOR
 
O Som do ventilador, em minha vida e processo de conexão com a infância, tem enorme importância. Quando criança o som que o relógio de pilha emitia, me deixava bastante incomodada, e o som do ventilador a noite, conseguia abafar o som dos ponteiros do relógio. O som do ventilador me lembra ruído de espaços lotados, tem uma escrita similar ao "Vruuu" e para mim, devido histórico, é um som que me auxilia no sono.


SOM DO AIRFRYER

Ele tem um som que é facilmente percebido quando ligado (SOM DE VENTO EM CIRCULAÇÃO, SOM DE RELÓGIO E O BIP AO FINAL). É um som que incomoda mais por conta do relógio batendo a todo instante, sua escrita me aparece assim: "FUUUUHHHHHH, TUTUTUTUTUTUTUTU, TIIIM)


SOM LIQUIDIFICADOR


O som do liquidificador me lembra uma serra elétrica, é bem chato de ouvir, mas eu adoro usar o liquidificador, então, para mim sua função supera o som.


SOM GELADEIRA

A geladeira é uma das mais silenciosas. A noite o seu som consegue ser mais audível. Ela, algumas vezes, solta um som agudo, que não consegui captar com o celular. 

Pude perceber outros sons que não consegui gravar, como o som do motor do ônibus, que acaba se confundindo com os ruídos externos de pessoas conversando, catraca, sirene de ônibus e barulho de rua. Porém, a mistura desses sons pareciam estar, de certa forma, em sincronia.




Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Daniel Puig