Mostrando postagens com marcador Matemática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matemática. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

(PMCArtes) Caminho de Ouro

fevereiro 20, 2019 2 Comments


Homem Vitruviano


No TERCEIRO ENCONTRO, começamos com a escolha individual de um objeto artístico. 5 minutos de pensamento e nenhum segundo a mais para mim. A unica obra que vinha a mente era "Uma didática da invenção" do Manoel de Barros. O "rio que fazia uma volta atrás de nossa casa" não saia da cabeça. Pra mim, a forma como Manoel brinca de desconstruir com as palavras é a coisa mais linda já inventada. 


Nossas medições com o número de ouro


Durante o encontro, medimos e fomos medidos. Cada registro realizado e a cada descoberta acerca da proporção áurea, do homem Vitruviano do da Vinci e do sistema de proporções do Modulor do Le Corbusier, pude perceber que o homem a arte e a natureza estão conectados de uma forma divina. Percebi que nossos corpos são perfeitos em suas imperfeições.

O 1,618 encontrado em nossas mensuras corporais, a existência desse número de ouro ditou a existência e a concepção das artes por muito tempo. Muito se produziu baseando-se nessa perspectiva da Proporção áurea e muito ainda há de se produzir, inclusive por nós que ficamos incumbidos de pensar, rabiscar e criar uma logomarca dentro dos padrões da proporção áurea. Será um grande desafio. Mas, como dizia o grande filósofo Sócrates: “Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”.



E nessas Trilhas acadêmicas, eu vou seguindo o caminho de ouro.

Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Joel Felipe


sábado, 20 de outubro de 2018

(Matemática e Cotidiano) Reflexões

outubro 20, 2018 1 Comments


Para se refletir acerca da matemática e sua relação com o cotidiano, antes de tudo é preciso ser feito o seguinte questionamento: O que é cotidiano? Segundo o Dicionário Aurélio, a palavra cotidiano significa “Conjunto das ações praticadas todos os dias e que constituem uma rotina”. Pensando nesse seguinte conceito, refletir essa relação fica mais fácil. Quando no dia-a-dia se faz uso de quaisquer atividades, muito dificilmente se faz associação das mesmas, com a matemática. Porém, o vídeo nos faz, então, refletir como a matemática está sempre inserida nas ações diárias do homem e, como ela, nos mais diferentes lugares do mundo, ajudou a construir (ou destruir) e contar inúmeras coisas. Além de como, através do tempo, a matemática vem evoluindo para se ajustar as ações cotidianas e ajudar ao homem  entender e enfrentar os problemas diários.




Márcia Mascarenhas   


Professora: Júlia Gouvea

terça-feira, 28 de agosto de 2018

(Matemática e espaço) Areia Ancestral

agosto 28, 2018 0 Comments




Texto Baseado no Artigo: Areia Ancestral
O artigo de Rogério Ferreira inicia contando um pouco do histórico desse povo que costuma contar histórias nas areias. Os sona, como são chamados os desenhos, são advindos de povos do leste Angolano. Ele ressalta que são saberes que eram usados como forma de organização e transmissão de seus conhecimentos. Conhecimentos esses que, juntamente com o tráfico de escravos veio para o Brasil e que fazem parte da construção cultural do país. A respeito disso, o autor lança a problematização sobre a não utilização dessas questões no currículo brasileiro, citando a lei que estabelece o estudo da cultura afro-brasileira e indígena, nas escolas de ensino fundamental e médio. Depois disso o autor sugere que a única forma de superar todos esses enfrentamentos da educação é retirar a “estáticidade” dos currículos. Ele precisa ser prático, problematizador.
O autor parte então para o processo de construção dos sona, explicando que seja onde for elaborado o desenho, primeiro se cria a chamada rede de pontos. Essa rede pode ser de vários tamanhos. Os traçados vão se basear nessa rede para ser desenhado. Em torno dessa rede será desenhado um retângulo, chamada de caixa espelhada, onde fios vão sendo construídos e os traçados refletidos. Cada rede possui uma quantidade especifica de fios. A quantidade de fios será determinada pela quantidade de pontos que terá a rede, extraindo da rede o máximo divisor comum, ou seja, o maior número que possa dividir os pontos rede. Digamos que a rede seja 4x2, o MDC dessa rede será 2, pois se trata do maior número que pode dividir os pontos dessa rede. Outra forma de saber a quantidade de fios que uma rede possui é buscar a maior malha quadrada que decompõe a redes de pontos. Outros desses desenhos, os irregulares, são feitos mediante o uso de pequenos espelhos colocados entre a rede de fios. Isso faz com que alguns fios não se toquem durante a confecção da lusona.
Antes de finalizar o texto, o autor ressalta que os sona são muito mais que esses os exemplos ilustrados no artigo, ressaltando que esses desenhos fazem parte da tradição desses povos e que muitos desses desenhos envolvem uma mistura de técnica e características livres. Mestres dessa cultura dedicam suas vidas pela continuidade desses conhecimentos, levando aos jovens de seu povo os princípios da técnica até as características mais avançadas de execução do traçado. O autor finaliza o texto, frisando a importância que existe nessas tradição e como os sona podem ser utilizados pelo professor em sala de aula,  se referindo a lusona como portadora de conteúdo artístico, educativo e filosófico.  O autor deixa claro que todos esses desenhos são representações da tradição desses povos que podem ser utilizados como recurso didático como forma prática de interpretação desse trabalho. Os desenhos desses povos são feitos a mão livre, trabalho que comprova o traquejo que esse povo possui na construção da lusona.
Os sona são parte constituinte de uma tradição de uma cultura a ser preservada. Contam histórias e saberes de seus povos, crenças, lendas e vivências.
Por: Márcia Mascarenhas
Professor: Júlia Gouvea